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Mostrando postagens de setembro, 2012

POR UM BRASIL SEM HIPOCRISIA - por LOLA ARONOVICH.

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(fonte - adaptado:  http://escrevalolaescreva.blogspot.com.br/2012/09/por-um-brasil-sem-hipocrisia.html  ) Só a hipocrisia pra explicar porque aborto é um tema tão tabu. Motivos pra interromper uma gravidez sempre existiram, o que explica porque abortos sempre existiram. E sempre vão existir, independente da minha opinião sobre o assunto. Isso porque a decisão de ter ou não um bebê não é minha, e nem deve ser do Estado, e muito menos da igreja. Deve ser de quem está grávida. Hoje (28/09) é Dia Latino-Americano e Caribenho pela Descriminalização e Legalização do Aborto.  Esta data  é importante porque continuamos sendo dos países mais atrasados do mundo em matéria de direitos reprodutivos.  Na terça, o Uruguai mostrou que é mais inteligente que a gente e  aprovou o aborto (ainda precisa passar no Senado). Um deputado da oposição ao governo de esquerda de Pepe Mujica se recusou a votar com seu partido, que exigia que o aborto continuasse proibido. J...

Aborto: o grande tabu no Brasil - Por: Heloisa Buarque de Almeida

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(20/04/2012.) (fonte:  http://www.outraspalavras.net/2012/04/20/aborto-o-grande-tabu-no-brasil/  ) Anos de pesquisas permitem-me dizer: criminalização perdura porque atinge mulheres pobres: aquelas que não contam, nem são vidas a preservar… Por  Heloisa Buarque de Almeida Joana, que se casara grávida aos 15 anos e tinha dois filhos, me contou, em segredo e sussurrando, sobre a relação violenta e tumultuada que vivia com seu marido, e como havia, certa vez, “tomado um remédio para a menstruação descer”, pois não podia imaginar ter mais um filho naquelas condições. Negava que tinha interrompido uma gravidez, afirmando que era contra o aborto. Laura me disse sem meias palavras que tinha “tirado” quando engravidou pela terceira vez e o marido estava internado numa clínica para deixar as drogas. Ela cuidava sozi nha de seus dois filhos pequenos, e não tinha com quem mais contar, não tinha condições de ter outro filho, não naquela hora. Tomou um “remédio” e posteriorm...

Tirinha do dia.

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Trecho do dia...

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Amor - Martha Medeiros.

"Não é o sentimento que se esgota, somos nós que ficamos esgotados de sofrer, ou esgotados de esperar, ou esgotados da mesmice. Paixão termina, amor não. Amor é aquilo que a gente deixa ocupar todos os nossos espaços, enquanto for bem-vindo, e que transferimos para o quartinho dos fundos quando não funciona mais, mas que nunca expulsamos definitivamente de casa." {. Martha Medeiros .}

Sentimento - Olavo de Carvalho

“O sentimento segue aquilo que amamos. Se amamos o que é verdadeiro, bom e belo, ele nos conduzirá para lá. O problema, portanto, não é sentir, mas amar as coisas certas. Do mesmo modo, o pensamento não é guia de si próprio, mas se deixa levar pelos amores que temos. Sentir ou conhecer, nenhum dos dois é um guia confiável. Antes de poder seguir qualquer um dos dois, é preciso aprender a escolher os objetos de amor – e o critério dessa escolha é: Quais são as coisas que, se dependessem de mim, deveriam durar para sempre? Há coisas que são boas por alguns instantes, outras por algum tempo. Só algumas são para sempre...” {.Olavo de Carvalho.}

Outros valores, além do frenesi de consumo - Entrevista de Eduardo Viveiros de Castro.

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(fonte:  http://www.outraspalavras.net/2012/09/20/outros-valores-alem-do-frenesi-de-consumo/  ) Eduardo Viveiros de Castro dispara: iludido por noção ultrapasada de progresso, Brasil pode desperdiçar oportunidade única de propor novo modelo civilizatório Entrevista a  Júlia Magalhães “ É preciso insistir no fato de que é possível ser feliz sem o frenesi de consumo que a mídia nos impõe”, reafirma o antropólogo Eduardo Viveiros de Castro, à jornalista Júlia Magalhães. Para ele, assim como para  Fernando Meirelles  e  Ricardo Abramovay  – primeiros entrevistados da sério Outra Política – a felicidade pode ter outros caminhos. O novo diálogo é parte da  série  que o  Instituto Ideafix  produziu por encomenda do  IDS (Instuto Democracia e Sustentabilidade), e que o site publica na seção especial “ Outra Política “. Pesquisador e professor de antropologia do Museu Nacional (UFRJ) e sócio fundador do Inst...

Trecho do dia...

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As Quatro Leis da Espiritualidade na Índia, ensinam:

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(fonte:  https://www.facebook.com/photo.php?fbid=296505713775565&set=a.292951210797682.66942.106650029427802&type=1&ref=nf  ) 1. A pessoa que chega é a pessoa certa. Significa que nada ocorre em nossas vidas por casualidade. Todas as pessoas que nos rodeiam, que interagem conosco, estão ali por uma razão, para possamos aprender e evoluir em cada situação. 2. O que aconteceu é a única coisa que poderia ter acontecido. Nada, absolutamente nada que ocorre em nossas vidas poderia ter sido de outra maneira. Nem mesmo o detalhe mais insignificante! Não existe: se acontecesse tal coisa, talvez pudesse ter sido diferente… Não! O que ocorreu foi a única coisa que poderia ter ocorrido e teve que ser assim para que pudéssemos aprender essa lição e então seguir adiante. Todas e cada uma das situações que ocorrem em nossas vidas são perfeitas, mesmo que nossa mente e nosso ego resistam em aceitá-las. 3. Qualquer momento que algo se inicia, é o momento certo. Tudo começa num ...