Amsterdã II
Continuando...
No terceiro dia (12/01):
-Amsterdam Historisch Museum (http://en.wikipedia.org/wiki/Amsterdams_Historisch_Museum /Museu que conta por períodos a historia e crescimento da cidade.);
-Passamos por duas Igrejas, umas na Praça Dam, e a outra no Bairro da Luz Vermelha (essa tava em reforma por dentro);
-Bairro da Luz Vermelha (http://pt.wikipedia.org/wiki/Red_Light_District /As mulheres nas vitrines é muito chocante! Vimos poucas mulheres nas vitrines, talvez porque era horário de almoço.O bairro se chama assim porque as ruas onde tem as mulheres nas vitrines são iluminadas por luzes vermelhas.);
-Casa de Anne Frank (http://pt.wikipedia.org/wiki/Casa_de_Anne_Frank /Eu recomendo, é muito boa. Das 8 pessoas que se esconderam lá somente o pai de Anne Frank, Otto Frank, sobreviveu ao campo de concentração. A casa num tem um único móvel, porque quando os alemãs a invadiram levaram todos os pertences dos seus habitantes,e o pai dela achou melhor deixar dessa forma mesmo. A única coisa que ainda ficou são as figuras que Anne pregou na parede do seu quarto. Indico o livro também, é ótimo. No final da visitação da casa tem umas telas de PC que possuem elementos interativos nos quais a pessoa pode ler varias informações sobre como funcionava a rotina das pessoas no período em que elas estavam escondidas. Tem também no final um local onde se pode assistir uma serie de vídeos com temas polêmicos que no final fazem alguma pergunta para as pessoas presentes responderem “Sim” Ou “Não” nos aparelhos que tem ao lado de cada assento);
No ultimo dia (13/01) o pessoal que estava comigo saiu para visitar alguns locais, e como eu já tinha visto tudo que queria, fiquei matando o tempo em uma livraria. Lá comecei a ler o “Diário de Anne Frank” (em inglês,claro, que holandês é uma mistura de inglês com alemão,com francês, com alguma coisa não identificada que o torna beeeem difícil de se entender).
Saímos de Amsterdã novamente de trem até Eindhoven. Aqui começa o babado forte.
Quando chegamos no aeroporto de Eindhoven descobrimos que nosso vôo tinha sido cancelado. Depois de muito tempo descobrimos que foi devido a uma greve dos controladores de vôo de Marseille (cidade da França), porque o avião que nós íamos pegar saiu do local de partida dele com muito atraso, e o aeroporto de Eindhoven não é 24hrs, então ele iria estar fechado quando o avião chegasse lá.
Então nós tínhamos 4 opções: 1-transferir nosso vôo para o outro dia numa cidade na Belgica (e dar um jeito de chegar lá por nossa conta); 2- transferir para o dia seguinte em Dusseldorf, na Alemanha, e também dar um jeito de chegar lá por conta própria; 3- no dia seguinte sair de Eindhoven para Girona (perto de Barcelona) e de lá pegar um vôo pro Porto; 4- ficar em Eindhoven até a sexta-feira dia 15/01 para pegar o voo para o Porto.
Em todas as opções nós teríamos que pagar uma diária em algum lugar de Eindhoven, e não tínhamos a certeza de receber reembolso, porque como a empresa é lowcost nem sempre tem grana sobrando pra isso. E em todas elas a mudança de vôo seria paga pela Ryanair. Sendo que, nas que envolviam a Bélgica e a Alemanha nós teríamos que por conta própria dar um jeito de chegar lá a tempo dos vôos. Por isso nós achamos melhor escolher a que passava por Girona, já que no dia 15 eu tinha prova de Inglês na faculdade.
___________________________________________________________
Devo fazer mais um post sobre Amsterdã com mais detalhes sobre a cidade e o albergue onde ficamos.
beijos =*
Comentários